A Volkswagen resolveu aplicar o conceito de sustentabilidade em seus escritórios. Resultado: não só mudou toda a estrutura da unidade fabril
de São Bernardo do Campo, como criou um padrão a ser seguido por toda a empresa.
As medidas envolveram uso inteligente do espaço físico, projeto de iluminação e instalação de móveis de produção sustentável. A primeira parte do projeto reformou 35% dos 62.800 m2 de escritórios e já reduziu em 17% o consumo de energia.
Espaço físico mais eficiente
O que foi feito: o escritório foi pensado de forma estratégica para melhor aproveitar o espaço, reduzir o tempo de circulação dos profissionais e facilitar o acesso às áreas, com isso a mesma área que antes era ocupada por um setor, passou a ter dois. Um ganho de espaço de 30%.
Iluminação “verde”
O que foi feito: melhor aproveitamento do espaço físico, instalação de lâmpadas de 28 kw, uso de luminárias individuais para complementação, adoção de cores claras nas paredes e melhor aproveitamento de luz natural com o auxílio de persianas.
Tecnologia com menos impacto
O que foi feito: instalação de ar condicionado que não utiliza gás CFC (Clorofluorcarboneto) e possui baixo consumo de energia; aquisição de monitores LCD configurados para desligamento automático quando ociosos; e adaptação de impressoras para uso da função frente e verso.
por Mauricio Miranda
IMAM



Quando se analisa as emissões de um modal de transporte de cargas, o foco se direciona quase sempre aos veículos ou meios de transporte – o que de certo modo não está incorreto. No entanto, as pessoas se esquecem de que por traz de um caminhão ou de um trem há outros equipamentos que liberam gases de efeito estufa (GEE) e elevam os índices de emissões das empresas.
Recentemente, os jornais publicaram que a Toyota estava tentando trazer o Prius para o Brasil. E é logico que, assim como fez em outros países, a montadora japonesa queria incentivo tributário para aumentar as vendas do veículo – uma estratégia que o tornou popular em quase todo o mundo.
trazer modelos mais eficientes para a ultrapassada, cara e cambaleada frota brasileira.
Nas grandes cidades, onde há muita circulação de veículos e pessoas, como São Paulo, a falta de planejamento (e espaço) para áreas comerciais, especialmente supermercados, tem tornado o desembarque de mercadorias um risco tanto para os operadores de carga quanto para as pessoas que circulam por esses pontos de venda.


