Será que o termo sustentabilidade saiu de moda ou está em um processo de amadurecimento? É fato que as notícias sobre atividades sustentáveis tem circulado com pouca frequência na grande mídia se comparado com os dois últimos anos. O que pode ser encarado como uma passageira onda “verde”. Exatamente como algumas empresas assumiram o “ser sustentável”: durou até onde foi atrativo para o marketing.
E isso é fácil de comprovar, basta consultar algumas páginas de empresas na internet (inclusive do setor logístico) e verificar que a área destinada ao crescimento sustentável permanece desatualizada por meses e, em alguns casos, por anos. Da mesma forma que não é difícil imaginar que muitas reuniões deixaram de empurrar para a equipe (no modelo “goela abaixo”) as posições ou mudanças sustentáveis da empresa. Bom para os aliviados, ruim para a economia, pois o crescer de forma sustentável não é somente uma isca de marketing para cliente estrangeiro, mas a razão e o meio para continuar crescendo.
As empresas que entenderam isso, como a Natura e o Walmart, por exemplo, não tentaram criar a melhor ou a mais perfeita companhia do mundo, mas meios de manter o crescimento sem agredir o meio ambiente, o qual a economia está totalmente interligada. E a lógica é bem simples, o varejo depende da manufatura, que depende da matéria prima, que é dependente do meio ambiente. Seguindo esse raciocínio é fácil concluir que a questão da sustentabilidade não foi uma onda passageira, pelo contrário, tem assumido um processo de amadurecimento, assim como o mercado, onde só sobrevive quem consegue visualizar e planejar o futuro.
por Mauricio Miranda
IMAM




Quando se analisa as emissões de um modal de transporte de cargas, o foco se direciona quase sempre aos veículos ou meios de transporte – o que de certo modo não está incorreto. No entanto, as pessoas se esquecem de que por traz de um caminhão ou de um trem há outros equipamentos que liberam gases de efeito estufa (GEE) e elevam os índices de emissões das empresas.
Recentemente, os jornais publicaram que a Toyota estava tentando trazer o Prius para o Brasil. E é logico que, assim como fez em outros países, a montadora japonesa queria incentivo tributário para aumentar as vendas do veículo – uma estratégia que o tornou popular em quase todo o mundo.
trazer modelos mais eficientes para a ultrapassada, cara e cambaleada frota brasileira.
Nas grandes cidades, onde há muita circulação de veículos e pessoas, como São Paulo, a falta de planejamento (e espaço) para áreas comerciais, especialmente supermercados, tem tornado o desembarque de mercadorias um risco tanto para os operadores de carga quanto para as pessoas que circulam por esses pontos de venda.

